Clube de leitura
Porque ler é um prazer que deve ser partilhado
31 de Agosto de 2010

DE: WILLIAM P. YONG

 

Em primeiro lugar, estou muito feliz em estar aqui, com vocês, partilhando nossas leituras, e nos conhecendo melhor!...Meu nome é Bete, sou brasileira,  e  também tenho  blog no Sapo, aliás três, que são a minha paixão!... Através deles conheci pessoas muito queridas que hoje fazem parte de meu cotidiano, como se as tivesse aqui pertinho!

Um abraço a todos

 

 

E Deus falou à Mackenzie:

 

"Você deve desistir de seu direito de decidir o que é bom e ruim, e escolher viver apenas EM MIM.É um comprimido difícil de engolir.

Para isso você deve me conhecer bastante, a ponto de CONFIAR EM MIM e aprender a se entregar à MINHA BONDADE inerente. O mal é uma palavra que usamos para descrever a ausencia de Deus, assim como usamos a palavra escuridão para descrever a ausencia de luz, ou a morte para descrever a ausencia de vida.Tanto o mal, quanto a escuridão só podem ser entendidos em relação à luz e ao bem.Eles não tem existencia real. EU SOU A LUZ E O BEM.SOU AMOR E NÃO HÁ ESCURIDÃO EM MIM. A Luz e o Bem existem realmente. Assim, afastar-se  de mim irá mergulhar você na escuridão.

Declarar Independência resultará no mal, porque, separado de mim,você só pode contar consigo mesmo. Isso é morte porque você separou de mim que sou a VIDA."

 

 

 

Nunca ninguem nos falou com tanta clareza, como neste livro, "O QUE" DEUS espera de nós, e "COMO" podemos ESTAR NELE!

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 20:43 link do post
14 de Outubro de 2009

Creio que poucos conhecem uma meia dúzia de livros escritos por Agatha Christie com o pseudónimo de Mary Westmacott .

A grande diferença é serem romances e não livros policiais. Tenho todos e gostei de todos, mas um deles marcou-me imenso e ainda agora, anos depois, me faz pensar.
Chama-se “Ausente na Primavera”, no original Absent in the Spring.
É a história de uma mulher de meia-idade, Joan, que tem toda a sua vida organizada e se sente satisfeita e realizada com o seu casamento, o seu lugar na sociedade, os seus filhos, a sua vida preenchida e respeitável.
Um dia, numa longa viagem e por circunstâncias imprevisíveis, a activa e segura Joan fica isolada no meio de nenhures. Perdida do mundo, confinada a um quarto e ao imenso deserto à sua volta, o tempo parece parado e não há distracções possíveis. Não há ninguém para conversar, não há onde passear naquela vastidão cheia de nada, não há forma de fugir, não há televisão, nem rádio, nem telefone e os seus livros acabaram logo no 2º dia.
O vazio ganha espaço e Joan fica sozinha com os seus pensamentos, que ganham novos contornos, por mais que lute para lhes fugir. Ao longo dos dias, acaba por mergulhar numa profunda introspecção e descobrir tudo o que nunca quis ver. E após enfrentar todos os seus fantasmas resta o dilema de como voltar depois à sua vidinha tão perfeita e tão falsa.
Este livro leva-me sempre a questionar se não é isto que fazemos ao longo da nossa vida tão atarefada, fugir de nós mesmos, fugir da verdade, evitar pensamentos incómodos, preferirmos  estar ausentes até chocar com a realidade...
publicado por cigana às 22:40 link do post
Dezembro 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Posts mais comentados
3 comentários
pesquisar neste blog
 
últ. comentários
Um dos melhores livros :)
Ainda bem que gostou Fenix! Aconteceu o mesmo comi...
Também adorei só consegui para no fim quanto mais ...
Já li e adorei! Excelente livro como aliás todos o...
Saudações a todos. Venho sugerir as capas para liv...
É sem dúvida um excelente livro, ficamos presas do...
Deve ser um excelente livro!
Vergílio Ferreira é isso mesmo; VF é literatura pu...
Por aqui é fácil, basta procurar na Bertrand ou Fn...
Achei o livro excelente. Como sempre, José Rodrigu...
blogs SAPO